Com discernimento, formação e tecnologia podemos mudar paradigma da educação. Professores e alunos agradecem

Com discernimento, formação e tecnologia podemos mudar paradigma da educação. Professores e alunos agradecem

Se antes educávamos os alunos para usar a tecnologia, hoje utilizamos a tecnologia para educar os alunos.

Hoje em dia parece ser consensual que a tecnologia, bem articulada no processo ensino-aprendizagem, permite melhorar o rendimento escolar e aumentar o conhecimento dos alunos.

Ouvimos com atenção o vídeo “Especial Tecnologia na Educação” realizado pelo site Porvir (primeiro site brasileiro de inovação em educação) onde podemos conhecer o testemunho de Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare (inspirar inovações).

Com a utilização de tecnologias na sala de aula, nas escolas e em educação conseguimos atingir 3 grandes objectivos: equidade, qualidade e comporaneidade.

1- Equidade /igualdade de oportunidades

Com ela um maior número de alunos consegue aceder a recursos de qualidade independentemente do local ou região.
É possível ao professor personalizar, adaptar o ensino aos ritmos e especificidades de cada criança, atendendo aos seus interesses de acordo com o seu perfil de aprendizagem.

2- Qualidade

Com a tecnologia, é possível aumentar a fasquia e oferecer soluções cada vez melhores e mais eficazes. Todos os dias surgem mais recursos, mais específicos e mais adequados, interativos, dinâmicos que ajudam o aluno não só a compreender como a aplicar e automatizar o conhecimento.

3- Comporaneidade
A tecnologia é contemporânea, coexiste agora nesta época, pode ser uma excelente ferramenta para aproximar a educação ao Universo dos alunos.
A tecnologia vai prepará-los não só para os desafios de hoje como das exigências do mundo de amanhã.
No entanto desengane-se se pensa que a tecnologia é a resposta para todos os problemas da escola.

É necessário que os educadores e as estratégias também evoluam ao seu ritmo. Não basta digitalizar ou importar livros para tablets, é necessário mudar de paradigma ( ex: ensino híbrido, sala de aula invertida).

A tecnologia não substitui o professor!

Para cumprir o seu propósito educacional a tecnologia tem de ser vista como um parceiro, um braço direito.

Graças a ela o professor pode conseguir economizar tempo em tarefas mecânicas/repetitivas e libertar energia para planificar actividades, adaptar conteúdos, repensar estratégias… Isto é ser um autêntico designer da aprendizagem!

Para que tudo corra de forma positiva devemos tentar estar conscientes de que como todas as ferramentas, a tecnologia impõe alguns desafios.

O excesso de informação e recursos num mesmo dispositivo pode levar ao aumento da desatenção por  dispersão e inclusivamente fomentar a desigualdade social ( no caso dos mesmos só estarem acessíveis a um grupo restrito da população estudante).

Também é importante garantir algumas condições imprescindíveis: a conectividade e formação de professores.
É fundamental uma internet veloz, estável, sem fios.
Que os equipamentos sejam móveis, para que possam circular pelas escolas. E que o seu uso seja transparente.
Que os professores dominem, estejam familiarizados com a linguagem, os programas, selecionem as melhores apps…

E por último, importante mobilizar a sociedade no geral a utilizar estes recursos de forma construtiva, da melhor forma possível!

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